sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Aécio lidera com nove pontos de vantagem sobre Dilma

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra que o candidato do PSDB chega à reta final da campanha com 54,6% das intenções de voto, enquanto a petista soma 45,4%

Da redação
 Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada a partir da terça-feira 21 reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. Segundo o levantamento que entrevistou 2 mil eleitores de 24 Estados, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff. Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos. A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda não decidiu em quem votar. “Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Se for considerado o número total de votos, a pesquisa indica que Aécio conta com o apoio de 48,1% do eleitorado e a candidata do PT 40%.
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Aécio Neves seria eleito presidente do Brasil se a eleição fosse hoje, afirma Sensus
De acordo com Guedes, a pesquisa realizada em cinco regiões do País e em 136 municípios  revela que o índice de rejeição à candidatura de Dilma Rousseff se mantém bastante elevado para quem disputa. 44,2% dos eleitores afirmaram que não votariam na presidenta de forma alguma. A rejeição contra o tucano Aécio Neves é de 33,7%. Segundo o diretor do Sensus, a taxa de rejeição pode indicar a capacidade de crescimento de cada um dos candidatos. Quanto maior a rejeição, menor a possibilidade de crescimento. Outro indicador apurado pela pesquisa Istoé/Sensus diz respeito á votação espontânea, quando nenhum nome é apresentado para o entrevistado. Nessa situação, Aécio também está à frente de Dilma, embora a petista esteja ocupando a Presidência da República desde janeiro de 2011. O tucano é citado espontaneamente por 47,8% dos eleitores e a petista por 39,4%. 0,2% citaram outros nomes e 12,8% disseram estar indecisos ou dispostos a votar em branco.
Para conquistar os indecisos as duas campanhas apostam as últimas fichas nos principais colégios eleitorais do País: São Paulo, Minas e Rio de Janeiro. O objetivo do PSDB e ampliar a vantagem obtida em São Paulo no primeiro turno e procurar virar o jogo em Minas e no Rio. Em São Paulo, Aécio intensificou a campanha de rua, com a participação constante do governador reeleito, Geraldo Alckmin, e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. De acordo com as pesquisas realizadas pelo comando da campanha de Aécio, em Minas o tucano já estaria na frente de Dilma e a vantagem veio aumentando dia a dia na última semana. Processo semelhante ocorreu em Pernambuco, depois de Aécio receber o apoio explícito da família de Eduardo Campos e do governador eleito, Paulo Câmara. Os mesmos levantamentos indicam que no Rio de Janeiro a candidatura do senador mineiro vem crescendo, mas ainda não ultrapassou a presidenta. Para reverter esse quadro, Aécio aposta no apoio de lideranças locais, basicamente de Romário, senador eleito pelo PSB, que deverá acompanhá-lo nos últimos atos de campanha. Para consolidar a liderança, Aécio tem usado os últimos programas no horário eleitoral gratuito para apresentar-se ao eleitor como o candidato da mudança contra o PT. Isso porque, as pesquisas internas mostram a maior parte do eleitor brasileiro se manifesta com o desejo de tirar o partido do governo.
No comando petista, embora não haja um consenso sobre qual a melhor opção a ser colocada em prática nos dois últimos dias de campanha, a ordem inicial é a de continuar a apostar na estratégia de desconstrução do adversário. Nas duas últimas semanas, o que se constatou é que, ao invés de usar parlamentares eleitos para esse tipo de ação – como costumava fazer o partido em eleições passadas -- os petistas escalaram suas principais lideranças para a missão, inclusive o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a própria candidata. Os petistas apostam no problema da falta d’água para tirar votos de Aécio em São Paulo e numa maior presença de Dilma em Minas para procurar se manter á frente do tucano no Estado.   
PESQUISA ISTOÉ/Sensus
Realização – Sensus
Registro na Justiça Eleitoral – BR-01166/2014
Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 estados e 136 municípios do País
Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural
Campo – De 21 a 24 de outubro
Margem de erro - +/- 2,2%
Confiança – 95%

Lula hoje ataca Aécio, mas já fez vários elogios ao tucano

POR BRASIL

22/10/14  08:44

O ex-presidente Lula visitou ontem (21) sua terra natal, Pernambuco, onde disparou contra o candidato tucano Aécio Neves. Os ataques foram pesados.

Por exemplo: para o petista, o ex-governador mineiro, ao atacar a presidente Dilma nos debates, mostrou que não é um “homem sério e de respeito“. “Só pode fazer isso alguém que não aprendeu a educação no berço”, gritou Lula num comício no interior do Estado.

À noite, já no Recife, disparou: “Seria bom que ele não tivesse nenhum voto aqui porque ele nunca se lembrou do Nordeste”, disse Lula, afirmando que Aécio tem apresentado um comportamento “leviano” no segundo turno.

O blog, então, resolveu fazer uma rápida pesquisa no acervo do Planalto para relembrar as citações de 
Lula a Aécio em seus discursos como presidente.
Entre 2003 e 2010, o petista citou o tucano em 71 discursos, na maioria das vezes o saudando como “querido companheiro”, “caro amigo” e “nosso querido governador”.


Abaixo , alguns exemplos dos elogios de Lula a Aécio e também à gestão tucana em Minas Gerais.

Uberaba (MG), em 19 de fevereiro de 2004
“Nós temos trabalhado de forma muito unida, e eu posso dizer para vocês, mineiros, que o governador Aécio Neves tem sido um grande parceiro do Governo Federal nessa arrumação de casa, sobretudo no primeiro ano.”

Belo Horizonte (MG), em 18 de março de 2004
“E eu quero, nesta oportunidade, dizer ao povo de Minas Gerais que o Aécio Neves tem sido um grande companheiro nessa arte de fazer política combinada e de trabalhar junto com o governo federal.”

“Eu penso que se todos os governadores do Brasil tivessem o comportamento que tem o Aécio Neves, certamente nós não teríamos problemas entre o presidente da República e os governadores.”

Uberlândia (MG), em 30 de agosto de 2005 (crise do mensalão)
“Vejam, pela relação de amizade que eu tenho com o Aécio, desde o tempo da Constituinte, que permite que a gente possa dizer que, muito mais que uma relação institucional entre presidente e governador, nós temos uma relação de jogador de futebol.”

“Olhem, eu quero dizer para vocês que eu me sinto desconfortável. Eu tive três experiências essa semana, e somente a uma pessoa com quem eu tenha relação de intimidade, como o Aécio, é que eu posso falar e pedir para ficar aqui, para dizer o que eu vou dizer”.

Belo Horizonte (MG), em 27 de junho de 2007
“O Aécio disse uma coisa verdadeira: Minas Gerais só conquistou o direito de aumentar o seu crédito porque durante quatro anos agiu com responsabilidade e cuidou dos interesses do Estado e do dinheiro com cuidado. Tem outros Estados que não cuidaram”.

Jenipapo (MG), em 19 de janeiro de 2010
“Eu, ontem, recebi uma carta do governador Aécio Neves, se explicando porque ele não poderia estar aqui hoje, porque ele tinha agenda em outro lugar. É bom reconhecer que nesses sete anos de governo, ele esteve em todas as obras que eu vi inaugurar em parceria com o estado de Minas Gerais”.
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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Alagoinha e os grupos de Cássio e Ricardo

O município de Alagoinha no 2º turno terá a disputa entre os aliados da atual prefeita que apoia o governador Ricardo Coutinho (PSB) e do grupo de Alírio Pontes que apoia Cássio Cunha Lima(PSDB).

No 1º turno o grupo de Alírio Pontes conseguiu uma vitória significativa colocando como majoritários os seus candidatos em todos os cargos disputados, além disso, agora vem uma boa parte do PMDB para apoiar Cássio Cunha Lima(PSDB) e até "ex- aliados" do grupo situacionista.

No grupo liderado pela prefeita Alcione Beltrão que apoia Ricardo Coutinho(PSB) existe a missão de reverter o resultado do 1º turno, quando Cássio Cunha Lima(PSDB) colocou de diferença 1.404 votos em cima de Ricardo Coutinho(PSB), para isso o grupo situacionista acredita no apoio que veio de parte do PMDB alagoinhense.

O importante é que independente do resultado municipal ou estadual não podemos ainda ter noção a respeito do pleito de 2016,porque aliados de hoje talvez não sejam aliados no futuro e o mesmo acontece com os adversários. 

GUARABIRA - Obras de construção da creche modelo no Conjunto Mutirão segue em ritmo acelerado. Prédio atenderá 250 crianças


As obras de construção da creche modelo que atenderá 250 crianças no bairro do Mutirão prosseguem em ritmo acelerado, conforme constam as imagens registradas pela Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura.

Foram iniciados desde esta quarta-feira (22/10), os serviços de edificação das paredes e da estrutura em aço que faz parte da cobertura do prédio. No local, a etapa do piso já se encontra em fase de conclusão.

Com investimentos na ordem de 1 milhão de reais, oriundos do Governo Federal, com a contrapartida da Prefeitura Municipal, a creche deverá ser entregue à população de Guarabira no início do próximo ano.

Fonte: Codecom-PMG

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

O contracheque do radialista de Guarabira-PB

O município de Guarabira e demais municípios da região ficaram espantados com a divulgação do contracheque de um radialista nas redes sociais. Por que tanta surpresa? Por que tanta preocupação com o que este profissional recebe?

A surpresa seria pelo valor da remuneração recebida por este profissional em esfera pública estadual, já, que o mesmo tem vínculo empregatício com a Prefeitura Municipal de Guarabira no cargo de digitador,além disso, o mesmo tem vinculo funcional com uma emissora de Rádio comercial em Guarabira-PB. No meu ponto de vista, o cidadão sendo competente não tem problema, até merece os parabéns. Acredito que ele seja competente,pois a prefeitura municipal de Guarabira aceitou até hoje à questão de compatibilidade de horário. Sabendo que os profissionais que podem chegar até 60 horas semanais de trabalho são professores e médicos. Então, por que este cidadão até hoje teve permissão para ter acúmulo de horário? Porque para os gestores do município o mesmo é competente, então, ele merece. Agora a lei permite tal privilégio? Caso não permita, gestor e servidor estão errados.     

Agora vem a somatória de uma remuneração a nível estadual. Alguns anos atrás surgiu na Paraíba a varredura pelo TCE para encontrar funcionários que acumulavam cargos de forma errada, em muitos municípios alguns servidores deixaram algum vínculo empregatício ou cargo em obediência à lei, No entanto, o cidadão ficou com acumulando prefeitura e emissora de rádio, vínculo público e particular, nesta questão é interessante observarmos a carga horária semanal para um servidor,já, caso seja confirmado o vínculo funcional contratual com o governo do estado da Paraíba é um ataque ao escrito na Constituição Federal de 1988.

O interessante é que enquanto muitos brigam, mutos defendem projetos de grupos políticos e são usados, outros são beneficiados por todos os lados. É bom o povo refletir sobre este caso do contracheque do radialista e rever de que forma devem expressarem seus ideais e paixões partidárias. 

PEC 31 de Janduhy Carneiro é aprovada por unanimidade e garante a volta de mais de 500 militares licenciados de forma irregular pelo Estado

Com a decisão, os militares poderã voltar aos postos de trabalho a melohorar a segurança que atualmente alcança altos índices de violência

Os deputados estaduais aprovaram, por uanimidade, em dois turnos na manhã dessa terça-feira, 21, a PEC 31, de autoria do deputado estadual Janduhy Carneiro (PTN) que possibilita o retorno efetivo de mais de 500 policiais e bombeiros militares que estavam licenciados de forma irregulçar. 

O deputado Janduhy Carneiro foi aclamado pela categoria e colocado nos braços, após a aprovação da PEC 31,  e juntos comemoraram a nova lei que colocará mais policiais nas ruas da Paraíba. O retorno dos militares licenciados visa suprir uma carência da Segurança Pública Estadual, que registra altos índices de criminalidade e conta com poucos policiais em atividade para atender a demanda em excesso.

A Propsta de Emenda à Constiuição acrescenta o Artigo 48-A e atualiza o texto da Constituição do Estado da Paraíba, incluindo normas de disciplinamento aos integrantes da Polícia Militar da Paraíba (PMPB) e do Corpo de Bombeiros Militar, inclusive, permitindo o retorno dos militares licenciados às corporações. A PEC tinha sido aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e agora foi submetida à apreciação dos parlamentares, em plenário, e aprovada em dois turnos de forma unânime.

“A PEC dos policiais militares visa regularizar a situação desses homens que solicitaram licença, mas que não foram legalmente licenciados, uma vez que para ter validade elas teriam que ter sido publicadas no Diário Oficial, o que não aconteceu. Por esse motivo essas licenças não existem, pois estão formalmente e juridicamente irregulares. A reintegração desses militares não irá resultar em gastos aos cofres públicos, pois com uma simples reciclagem estarão todos prontos para combater o crime na sociedade, e sabemos que é de interesse de todos”, finalizou o deputado Janduhy Carneiro.

Segundo o representante da categoria, Walter Lima, “todos os policiais licenciados são concursados e efetivos e esse retorno imediato possibilitará fechar essa lacuna na segurança, sendo uma solução imediata para o combate à violência enquanto os novos concursados da Polícia Militar não realizam o Curso de Formação”, destacou o sindicalista.
 

Promessa de Aécio e Dilma, Educação Integral não é garantia de ensino melhor

Especialistas estimam ainda que investimento do governo federal no ciclo Fundamental teria de crescer 50% para a ampliação do modelo


Fonte: Veja.com

A educação em tempo integral, modalidade em que o estudante fica ao menos sete horas na escola, é uma das bandeiras dos candidatos à Presidência na corrida eleitoral. O tema ganhou mais força na semana passada quando Marina Silva (PSB), terceira colocada no primeiro turno, apresentou uma lista de exigências para declarar apoio a Aécio Neves (PSDB). A proposta estava lá. Apresentada como estratégia central para o aprimoramento da educação básica no país, a educação integral merece mais reflexão do que permitem as respostas, réplicas e tréplicas dos debates de TV.
Para especialistas ouvidos por VEJA.com, a promessa de expansão da jornada escolar não leva em conta o aumento de investimentos necessário para que as escolas não se tornem meros depósitos de crianças em tempo integral. Isso teria impacto nas contas da União e também de governos locais. Hoje, o governo federal complementa o custeio da educação repassando a Estados e municípios recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), um bolo que este ano gira em torno de 2,05 bilhões de reais.
"As escolas que oferecem período integral recebem, do Fundeb, recursos entre 10% e 30% superiores às demais. Contudo, os valores repassados só são suficientes porque a maior parte das atividades do contraturno são realizadas em parceira com ONGs e voluntários, não com professores", diz Marcelino de Rezende Pinto, professor da Universidade de São Paulo (USP) e especialista em financiamento da educação. "Para fazer a ampliação da jornada com qualidade, o repasse deveria ser 50% maior."
O aumento de 50% nos repasses cobriria despesas com professores, alimentação, compra de material, água e luz. A construção de novos prédios, necessária para atender ao eventual aumento da demanda por ensino integral, não entra no levantamento. "Ainda que o governo aumente o repasse do Fundeb, a fonte continua sendo a mesma: os impostos. Para cumprir as promessas, portanto, será preciso criar novas fontes de recursos e convencer Estados e municípios a aumentar seus investimentos próprios", afirma o pesquisador.
O economista Marcelo Neri, ministro-interino da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, aponta outra questão sensível sobre a ampliação da escola em tempo integral: a qualidade. Neri é autor de um dos principais estudos sobre ensino integral no Brasil, no qual relaciona o tempo em que os estudantes ficam na escola e as notas que eles obtêm no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que reúne aferições sobre a qualidade do ensino público no país, como a Prova Brasil.
Cruzando dados de questionários da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) de 2006 e do Saeb de 2005, ele constatou que mais tempo na escola não é sinônimo de melhor aprendizado. Um exemplo: alunos do ensino médio que tinham entre quatro e seis horas de aula por dia obtiveram, em média, 34,67 pontos a mais no Saeb do que seus pares que estudavam no máximo quatro horas (o conceito mais alto obtido no país naquele ano foi 282,5). Contudo, aqueles que tinham mais de seis horas de aula por dia obtiveram apenas 3,25 pontos adicionais em relação às turmas de quatro horas. Ou seja, a melhoria é quase imperceptível quando se expande o ensino para além de seis horas, como propõem os candidatos — e também como prevê o Plano Nacional de Educação como objetivo para 2024.
"A expansão da jornada pode ser prejudicial quando não é pautada por uma política pública que zele pela qualidade do ensino. Apenas aumentar o tempo de aula sem previsão do que deverá ser ensinado pode prejudicar o desempenho do estudante", diz Neri. "Além de mostrar que mais tempo na escola não necessariamente significa melhor desempenho, a pesquisa revelou que à medida que o estudante fica mais velho cresce sua resistência ao ensino integral, e suas notas caem."
Segundo a proposta da candidata-presidente Dilma Rousseff (PT), 20% da rede pública de ensino deverá funcionar na modalidade integral até 2018. Atualmente, essa taxa é de 13,2% das matrículas, de acordo com Censo Escolar 2013. Para cumprir a meta, Dilma promete expandir o programa Mais Educação, tido pelo MEC como o principal responsável pelo crescimento de 45,2% das matrículas em tempo integral entre 2011 e 2013. O programa repassa verbas para 58.293 escolas de ensino fundamental estaduais e municipais, que oferecem cursos de artes, esportes e reforço escolar no contraturno. Quem dá os cursos, contudo, não são professores, mas sim monitores contratados em regime de voluntariado. Cada escola recebe entre 20.000 e 22.000 reais ao ano para pagar os custos da expansão da jornada, o que inclui alimentação, material, transporte e pagamento dos monitores.
Já a proposta de Aécio prevê a expansão do tempo integral de acordo com as metas definidas pelo Plano Nacional de Educação. De acordo com o projeto de governo do tucano, o tempo extra na escola seria usado para "atividades de áreas mais técnicas e científicas, ou ciências sociais e humanidades, ou ainda o aprendizado prático para as profissões em parceria com o setor produtivo". Como governador de Minas Gerais (2003-2010), Aécio criou um programa estadual de educação integral em parceria com municípios. Em 2013, 10% dos alunos eram atendidos em jornada ampliada.
Para a educadora Isabel Cristina Santana, superintendente da Fundação Itaú Social, um dos desafios que o eleito(a) terá pela frente será adequar a infraestrutura das escolas. "A proposta de deixar crianças o dia inteiro na escola cai bem entre eleitores e famílias. Mas a maioria das escolas brasileiras oferece aulas em três turnos de aula. Para suprir a demanda por mais espaço, uma alternativa é utilizar espaços comunitários como clubes, museus e bibliotecas. Essa dinâmica está dando certo fora do Brasil e certamente reduziria os custos de implantação de um programa em escala federal."

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Encontro do grupo que apoia Cássio em Alagoinha

 

Em uma reunião organizada na semana passada, o grupo que apoia Cássio Cunha Lima para governador marcou a união e a estratégia de um forte grupo para o 2º turno deste pleito eleitoral.




O evento foi marcado pela presença do povo, de Alírio Pontes, de alguns vereadores, de suplentes, de ex-vereadores,  de ex-prefeitos, de líderes comunitários e de empresários




O número e a representatividade dos presentes neste encontro promete um 2º turno bem emocionante. Viva a democracia!

















Estudo do Conselho Federal de Medicina revela que a Paraíba perdeu 460 leitos

Uma análise feita pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) revelou que, a Paraíba perdeu 460 leitos hospitalares. Os dados estão baseados em levantamento feito juto ao Ministério da Saúde e mostraram que, de julho de 2010 a julho de 2014, o Estado passou de 8.048 para 7.588 vagas.
Leitos SUS por Estado (Crédito: Divulgação)
De acordo com o estudo do CFM, nos quatro anos houve perda de 157 leitos clínicos, 33 leitos obstétricos, 335 leitos pediátricos e seis leitos em uma categoria intitulada “hospital/dia”.
Quantidade SUS por Estado e Especialidade (Crédito: Divulgação)
Em números absolutos, os dados da Paraíba mostram que os leitos clínicos passaram de 2.786, em 2010, para 2.629, este ano. Os leitos obstétricos passaram de 1.217 para 1.184, os leitos pediátricos passaram de 1.575 para 1.240 e os leitos “hospital/dia” passaram de 64 para 58.
A reportagem do WSCOM Online tentou contato com os secretários de Saúde e de Comunicação do Estado da Paraíba, mas ambos não atenderam as ligações.
- Sobre os dados em outros Estados do país, as informações podem ser adquiridas pelo site do CFM.
Da Redação com CFM
WSCOM Online

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Prefeito Zenóbio entrega mais quatro ruas calçadas e tira moradores do Cordeiro da lama e da poeira


A Prefeitura de Guarabira, dando prosseguimento ao Programa “Pavimentando o Progresso”, criado na atual gestão municipal inaugurou no sábado (18/10), mais quatro ruas em relação a segunda etapa do programa. O prefeito Zenóbio entregou totalmente pavimentadas e urbanizadas as ruas José Manoel Ferreira, Anália de Aquino Silva, Benedito Fernandes da Silva e José Francisco da Silva, no Bairro Cordeiro. Com mais esta importante ação, realizada com recursos próprios do povo guarabirense, o Governo Municipal proporciona mais dignidade e qualidade de vida aos moradores destas localidades, além de tirá-los do isolamento, da lama, da poeira e valorizar os seus imóveis.

Durante a solenidade, as crianças locais e de áreas adjacentes se divertiram, por meio de parques infláveis e distribuição de picolés, pipocas, algodão doce; além da realização do sorteio de 10 bicicletas.

Os moradores das referidas ruas puderam acompanhar através de telão, a reportagem oficial do antes e do depois de suas vias, com as pessoas sendo gratas ao prefeito Zenóbio por cumprir o que prometeu durante a sua campanha. Porém vale destacar o sentimento de revolta destas pessoas para com os vereadores de oposição de Guarabira, os quais trataram de “ruas pequenininhas” estas que o gestor está calçando, entendendo o povo que são os lugares onde moram “insignificantes”, no olhar destes parlamentares.

Ao lado do prefeito Zenóbio, também prestigiaram o ato solene, a primeira-dama e deputada Léa Toscano, os secretários Alcides Camilo, Elias Asfora, Aguiberto Lira, Jefferson Carlo, os vereadores Inaldo Júnior, Tiago do Mutirão, Costinha, Lula das Molas e Marcos de Enoque (autor dos requerimentos do calçamento das referidas ruas), e o ex-vereador João da Cobal.

Em seu discurso, o prefeito fez um resumo de uma prestação de contas aos moradores do Cordeiro, e assegurou que além das obras de calçamento destas quatro ruas, o mesmo estará entregando a esta comunidade, no final do próximo mês de novembro, uma praça com academia de saúde ao ar livre. Em seguida será construída uma quadra de areia para a juventude local e um ginásio poliesportivo. Para Zenóbio, enquanto a oposição faz críticas infundadas, ele mostra trabalho e sente o reconhecimento do povo.

- Então vamos para frente, trabalhar em favor de Guarabira, que eu fui eleito para isso. Se outros não cumpriram os seus compromissos com os guarabirenses, eu estou cumprindo todos os meus, com alegria de ver no rosto de cada um, o reconhecimento do nosso trabalho – destacou o prefeito Zenóbio.

Fonte: Codecom - PMG

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Cássio lidera no 2º turno com 48%; Ricardo tem 43%

De acordo com a pesquisa, as regiões onde Cássio lidera a disputa são Agreste (57% a 35%) e Borborema (46% a 43%). Ricardo é melhor avaliado no Sertão (48% a 47%) e na Mata (47% a 41%). Em João Pessoa, o candidato do PSB lidera com 47% contra 41% do candidato do PSDB.

A primeira pesquisa Ipespe sobre a corrida para o governo da Paraíba no segundo turno das eleições aponta o candidato do PSDB, o senador Cássio Cunha Lima, na liderança, com 48% das intenções de voto. O segundo colocado, o governador Ricardo Coutinho (PSB), que disputa a reeleição, aparece com 43%, uma diferença de cinco pontos percentuais. Os votos brancos e nulos somam 4% e os indecisos somam 5%.
No primeiro turno, Cássio obteve nas urnas em todo o Estado o total de 965.397 dos votos válidos (47,44%). Já Ricardo obteve 937.009 votos (46,05%). Foram registrados 192.482 votos nulos e 107.143 votos brancos. A abstenção foi de 17,65%. No segundo turno, o candidato do PSDB recebeu o apoio do Pros, partido que concorreu com a candidatura do major Fábio, que obteve 14.910 votos (0,73%). O candidato do PSB, por sua vez, recebeu a adesão do senador Vital do Rêgo, candidato ao governo pelo PMDB, que obteve 106.162 votos (5,22%).
Pelo levantamento feito pelo Ipespe, Cássio lidera a disputa nos grupos com idade entre 16 a 24 anos (47% a 43%), entre 25 e 44 anos (50% a 42%) e acima de 45 anos (47% a 43%). Já por grau de instrução ele vence o adversário entre os eleitores com ensino fundamental (50% a 42%) e ensino médio (46% a 43%), mas perde entre os eleitores de nível superior (41% a 52%). Por renda familiar, o tucano lidera entre os eleitores com até dois salários mínimos (50% a 41%) e de dois a cinco salário mínimos (47% a 45%). Ricardo vence no grupo com mais de cinco salários mínimos (48% a 43%).
De acordo com a pesquisa, as regiões onde Cássio lidera a disputa são Agreste (57% a 35%) e Borborema (46% a 43%). Ricardo é melhor avaliado no Sertão (48% a 47%) e na Mata (47% a 41%). Em João Pessoa, o candidato do PSB lidera com 47% contra 41% do candidato do PSDB. Em Campina Grande se dá o inverso, com Cássio na frente com 61% contra 26% do adversário. Lembrando que no primeiro turno Ricardo obteve na Capital 56% contra 35,88% de Cássio e em Campina a vitória foi do tucano com 59,82% contra 29,91% do concorrente.
Na pesquisa com os votos válidos, excluindo brancos e nulos, Cássio lidera com 53% contra 47% de Ricardo. Já na espontânea, o tucano obteve 46% das intenções de voto e o adversário obteve 41%. Os votos brancos e nulos somaram 3% e os indecisos 9%.
Contratada pela Editora Jornal da Paraíba, a pesquisa foi realizada nos dias 13 a 14 de outubro, ouvindo 1.500 eleitores. A margem de erro é de 2,6%, com uma confiabilidade de 95,45%. A consulta está registrada no Tribunal Regional Eleitoral, sob o protocolo número PB 00043/2014 e também no Tribunal Superior Eleitoral, sob o protocolo número BR 01093/2014.
Jornal da Paraíba

Professores é o nosso dia. O que comemorar?

Ao criar este espaço na internet, este Blog, foi com a intenção de priorizar e debater nossa educação, no entanto, com o tempo tive que colocar postagens sobre a política partidária,porque muitos preferem picuinhas partidárias em vez de falar sobre a nossa educação.O que falar sobre o nosso dia?

Posso expor o que vivencio no cotidiano, posso transmitir informações que recebo através dos mais diversos educadores das mais variadas correntes ideológicas e pedagógicas que tenho contato por todo o Brasil e até mostrar o meu a respeito da nossa educação desconstruindo ou construindo discursos de políticos e gestores educacionais. Porém,irei expressar o que passa na minha mente e o que toca o meu coração.

Não irei fazer mais retrospectiva da educação brasileira para justificar o que penso por meio do aspecto histórico do Brasil na área educacional,dos jesuítas até os dias atuais.

O que posso expressar é que a nossa educação vive uma grave crise institucional, uma grave crise pedagógica e reflete em uma imensa crise social. A cada dia vejo que poucos discentes conseguem atingirem um aprendizado mínimo,A cada dia constato que o descompromisso com a nossa educação é maior entre os responsáveis por gerir financeiramente os recursos e maior o abandono do acompanhamento pedagógico. A cada dia verifico que a manipulação por parte de gestores para benefícios eleitorais é maior nesta área, que não estão preocupados com o aprendizado real dos alunos e nem com as condições de trabalho dos professores. A cada dia percebo que leis foram feitas para melhorar nossa educação,mas que na prática o clientelismo dos anos 1980 e perseguições partidárias superam a preocupação em desenvolver uma educação de excelência,ou boa.

Acredito que estamos perto do caos na educação. Será que só iremos ver realizadas práticas efetivas para melhorar a nossa educação quando os verdadeiros detentores do poder sentirem prejuízos nas suas contas bancárias por não terem colocada a educação como prioridade nacional?

É,nos próximos anos por causa do que não fizeram, ontem e hoje, em relação à educação do nosso país,os que dominam nosso sistema econômico e político terão que mudar suas práticas e assim poderemos comemorar com dignidade o dia dos PROFESSORES.

Os professores da Paraíba tem o segundo pior salário no país

Considerada uma carreira de fundamental importância para o desenvolvimento da sociedade, o professor não tem muito a comemorar neste 15 de outubro, data dedicada a sua educaçãoprofissão. Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira pelo site de emprego Catho traçou um raio x das médias salariais por região. No levantamento, as diferenças na valorização desse profissional pode chegar a 77,66%. Como é o caso do salário médio de Minas Gerais (R$2.675,70) versus Pará (R$1.506,00). A Paraíba aparece na penúltima posição no país com a pior remuneração. No estado os profissionais da educação recebem R$ 1.600,00.
Com a melhor média salarial do país para o cargo de professor, Minas Gerais é o destaque da lista. Na segunda colocação aparece Mato Grosso, com R$ 2.466,67, seguido de São Paulo (R$ 2.383,18), Amazonas (R$ 2.369,59) e Paraná (R$ 2.365,88).
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Do outro lado da lista, com as cinco médias salariais mais baixas, figuram Estados como Pará (R$1.506,00), Paraíba (R$1.600,00), Alagoas (R$1.658,14), Bahia (R$1.698,12) e Amapá (R$1.700,00).
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Pesquisa Salarial
A Catho, site de empregos líder no país, divulga a cada três meses uma atualização da Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho. Este recorte faz parte da 48ª edição que contou com mais de 480 mil respondentes em mais de 2.000 cidades do Brasil.
Fonte: Blog do Gordinho