quarta-feira, 22 de outubro de 2014

PEC 31 de Janduhy Carneiro é aprovada por unanimidade e garante a volta de mais de 500 militares licenciados de forma irregular pelo Estado

Com a decisão, os militares poderã voltar aos postos de trabalho a melohorar a segurança que atualmente alcança altos índices de violência

Os deputados estaduais aprovaram, por uanimidade, em dois turnos na manhã dessa terça-feira, 21, a PEC 31, de autoria do deputado estadual Janduhy Carneiro (PTN) que possibilita o retorno efetivo de mais de 500 policiais e bombeiros militares que estavam licenciados de forma irregulçar. 

O deputado Janduhy Carneiro foi aclamado pela categoria e colocado nos braços, após a aprovação da PEC 31,  e juntos comemoraram a nova lei que colocará mais policiais nas ruas da Paraíba. O retorno dos militares licenciados visa suprir uma carência da Segurança Pública Estadual, que registra altos índices de criminalidade e conta com poucos policiais em atividade para atender a demanda em excesso.

A Propsta de Emenda à Constiuição acrescenta o Artigo 48-A e atualiza o texto da Constituição do Estado da Paraíba, incluindo normas de disciplinamento aos integrantes da Polícia Militar da Paraíba (PMPB) e do Corpo de Bombeiros Militar, inclusive, permitindo o retorno dos militares licenciados às corporações. A PEC tinha sido aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e agora foi submetida à apreciação dos parlamentares, em plenário, e aprovada em dois turnos de forma unânime.

“A PEC dos policiais militares visa regularizar a situação desses homens que solicitaram licença, mas que não foram legalmente licenciados, uma vez que para ter validade elas teriam que ter sido publicadas no Diário Oficial, o que não aconteceu. Por esse motivo essas licenças não existem, pois estão formalmente e juridicamente irregulares. A reintegração desses militares não irá resultar em gastos aos cofres públicos, pois com uma simples reciclagem estarão todos prontos para combater o crime na sociedade, e sabemos que é de interesse de todos”, finalizou o deputado Janduhy Carneiro.

Segundo o representante da categoria, Walter Lima, “todos os policiais licenciados são concursados e efetivos e esse retorno imediato possibilitará fechar essa lacuna na segurança, sendo uma solução imediata para o combate à violência enquanto os novos concursados da Polícia Militar não realizam o Curso de Formação”, destacou o sindicalista.
 

Promessa de Aécio e Dilma, Educação Integral não é garantia de ensino melhor

Especialistas estimam ainda que investimento do governo federal no ciclo Fundamental teria de crescer 50% para a ampliação do modelo


Fonte: Veja.com

A educação em tempo integral, modalidade em que o estudante fica ao menos sete horas na escola, é uma das bandeiras dos candidatos à Presidência na corrida eleitoral. O tema ganhou mais força na semana passada quando Marina Silva (PSB), terceira colocada no primeiro turno, apresentou uma lista de exigências para declarar apoio a Aécio Neves (PSDB). A proposta estava lá. Apresentada como estratégia central para o aprimoramento da educação básica no país, a educação integral merece mais reflexão do que permitem as respostas, réplicas e tréplicas dos debates de TV.
Para especialistas ouvidos por VEJA.com, a promessa de expansão da jornada escolar não leva em conta o aumento de investimentos necessário para que as escolas não se tornem meros depósitos de crianças em tempo integral. Isso teria impacto nas contas da União e também de governos locais. Hoje, o governo federal complementa o custeio da educação repassando a Estados e municípios recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), um bolo que este ano gira em torno de 2,05 bilhões de reais.
"As escolas que oferecem período integral recebem, do Fundeb, recursos entre 10% e 30% superiores às demais. Contudo, os valores repassados só são suficientes porque a maior parte das atividades do contraturno são realizadas em parceira com ONGs e voluntários, não com professores", diz Marcelino de Rezende Pinto, professor da Universidade de São Paulo (USP) e especialista em financiamento da educação. "Para fazer a ampliação da jornada com qualidade, o repasse deveria ser 50% maior."
O aumento de 50% nos repasses cobriria despesas com professores, alimentação, compra de material, água e luz. A construção de novos prédios, necessária para atender ao eventual aumento da demanda por ensino integral, não entra no levantamento. "Ainda que o governo aumente o repasse do Fundeb, a fonte continua sendo a mesma: os impostos. Para cumprir as promessas, portanto, será preciso criar novas fontes de recursos e convencer Estados e municípios a aumentar seus investimentos próprios", afirma o pesquisador.
O economista Marcelo Neri, ministro-interino da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, aponta outra questão sensível sobre a ampliação da escola em tempo integral: a qualidade. Neri é autor de um dos principais estudos sobre ensino integral no Brasil, no qual relaciona o tempo em que os estudantes ficam na escola e as notas que eles obtêm no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que reúne aferições sobre a qualidade do ensino público no país, como a Prova Brasil.
Cruzando dados de questionários da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) de 2006 e do Saeb de 2005, ele constatou que mais tempo na escola não é sinônimo de melhor aprendizado. Um exemplo: alunos do ensino médio que tinham entre quatro e seis horas de aula por dia obtiveram, em média, 34,67 pontos a mais no Saeb do que seus pares que estudavam no máximo quatro horas (o conceito mais alto obtido no país naquele ano foi 282,5). Contudo, aqueles que tinham mais de seis horas de aula por dia obtiveram apenas 3,25 pontos adicionais em relação às turmas de quatro horas. Ou seja, a melhoria é quase imperceptível quando se expande o ensino para além de seis horas, como propõem os candidatos — e também como prevê o Plano Nacional de Educação como objetivo para 2024.
"A expansão da jornada pode ser prejudicial quando não é pautada por uma política pública que zele pela qualidade do ensino. Apenas aumentar o tempo de aula sem previsão do que deverá ser ensinado pode prejudicar o desempenho do estudante", diz Neri. "Além de mostrar que mais tempo na escola não necessariamente significa melhor desempenho, a pesquisa revelou que à medida que o estudante fica mais velho cresce sua resistência ao ensino integral, e suas notas caem."
Segundo a proposta da candidata-presidente Dilma Rousseff (PT), 20% da rede pública de ensino deverá funcionar na modalidade integral até 2018. Atualmente, essa taxa é de 13,2% das matrículas, de acordo com Censo Escolar 2013. Para cumprir a meta, Dilma promete expandir o programa Mais Educação, tido pelo MEC como o principal responsável pelo crescimento de 45,2% das matrículas em tempo integral entre 2011 e 2013. O programa repassa verbas para 58.293 escolas de ensino fundamental estaduais e municipais, que oferecem cursos de artes, esportes e reforço escolar no contraturno. Quem dá os cursos, contudo, não são professores, mas sim monitores contratados em regime de voluntariado. Cada escola recebe entre 20.000 e 22.000 reais ao ano para pagar os custos da expansão da jornada, o que inclui alimentação, material, transporte e pagamento dos monitores.
Já a proposta de Aécio prevê a expansão do tempo integral de acordo com as metas definidas pelo Plano Nacional de Educação. De acordo com o projeto de governo do tucano, o tempo extra na escola seria usado para "atividades de áreas mais técnicas e científicas, ou ciências sociais e humanidades, ou ainda o aprendizado prático para as profissões em parceria com o setor produtivo". Como governador de Minas Gerais (2003-2010), Aécio criou um programa estadual de educação integral em parceria com municípios. Em 2013, 10% dos alunos eram atendidos em jornada ampliada.
Para a educadora Isabel Cristina Santana, superintendente da Fundação Itaú Social, um dos desafios que o eleito(a) terá pela frente será adequar a infraestrutura das escolas. "A proposta de deixar crianças o dia inteiro na escola cai bem entre eleitores e famílias. Mas a maioria das escolas brasileiras oferece aulas em três turnos de aula. Para suprir a demanda por mais espaço, uma alternativa é utilizar espaços comunitários como clubes, museus e bibliotecas. Essa dinâmica está dando certo fora do Brasil e certamente reduziria os custos de implantação de um programa em escala federal."

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Encontro do grupo que apoia Cássio em Alagoinha

 

Em uma reunião organizada na semana passada, o grupo que apoia Cássio Cunha Lima para governador marcou a união e a estratégia de um forte grupo para o 2º turno deste pleito eleitoral.




O evento foi marcado pela presença do povo, de Alírio Pontes, de alguns vereadores, de suplentes, de ex-vereadores,  de ex-prefeitos, de líderes comunitários e de empresários




O número e a representatividade dos presentes neste encontro promete um 2º turno bem emocionante. Viva a democracia!

















Estudo do Conselho Federal de Medicina revela que a Paraíba perdeu 460 leitos

Uma análise feita pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) revelou que, a Paraíba perdeu 460 leitos hospitalares. Os dados estão baseados em levantamento feito juto ao Ministério da Saúde e mostraram que, de julho de 2010 a julho de 2014, o Estado passou de 8.048 para 7.588 vagas.
Leitos SUS por Estado (Crédito: Divulgação)
De acordo com o estudo do CFM, nos quatro anos houve perda de 157 leitos clínicos, 33 leitos obstétricos, 335 leitos pediátricos e seis leitos em uma categoria intitulada “hospital/dia”.
Quantidade SUS por Estado e Especialidade (Crédito: Divulgação)
Em números absolutos, os dados da Paraíba mostram que os leitos clínicos passaram de 2.786, em 2010, para 2.629, este ano. Os leitos obstétricos passaram de 1.217 para 1.184, os leitos pediátricos passaram de 1.575 para 1.240 e os leitos “hospital/dia” passaram de 64 para 58.
A reportagem do WSCOM Online tentou contato com os secretários de Saúde e de Comunicação do Estado da Paraíba, mas ambos não atenderam as ligações.
- Sobre os dados em outros Estados do país, as informações podem ser adquiridas pelo site do CFM.
Da Redação com CFM
WSCOM Online

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Prefeito Zenóbio entrega mais quatro ruas calçadas e tira moradores do Cordeiro da lama e da poeira


A Prefeitura de Guarabira, dando prosseguimento ao Programa “Pavimentando o Progresso”, criado na atual gestão municipal inaugurou no sábado (18/10), mais quatro ruas em relação a segunda etapa do programa. O prefeito Zenóbio entregou totalmente pavimentadas e urbanizadas as ruas José Manoel Ferreira, Anália de Aquino Silva, Benedito Fernandes da Silva e José Francisco da Silva, no Bairro Cordeiro. Com mais esta importante ação, realizada com recursos próprios do povo guarabirense, o Governo Municipal proporciona mais dignidade e qualidade de vida aos moradores destas localidades, além de tirá-los do isolamento, da lama, da poeira e valorizar os seus imóveis.

Durante a solenidade, as crianças locais e de áreas adjacentes se divertiram, por meio de parques infláveis e distribuição de picolés, pipocas, algodão doce; além da realização do sorteio de 10 bicicletas.

Os moradores das referidas ruas puderam acompanhar através de telão, a reportagem oficial do antes e do depois de suas vias, com as pessoas sendo gratas ao prefeito Zenóbio por cumprir o que prometeu durante a sua campanha. Porém vale destacar o sentimento de revolta destas pessoas para com os vereadores de oposição de Guarabira, os quais trataram de “ruas pequenininhas” estas que o gestor está calçando, entendendo o povo que são os lugares onde moram “insignificantes”, no olhar destes parlamentares.

Ao lado do prefeito Zenóbio, também prestigiaram o ato solene, a primeira-dama e deputada Léa Toscano, os secretários Alcides Camilo, Elias Asfora, Aguiberto Lira, Jefferson Carlo, os vereadores Inaldo Júnior, Tiago do Mutirão, Costinha, Lula das Molas e Marcos de Enoque (autor dos requerimentos do calçamento das referidas ruas), e o ex-vereador João da Cobal.

Em seu discurso, o prefeito fez um resumo de uma prestação de contas aos moradores do Cordeiro, e assegurou que além das obras de calçamento destas quatro ruas, o mesmo estará entregando a esta comunidade, no final do próximo mês de novembro, uma praça com academia de saúde ao ar livre. Em seguida será construída uma quadra de areia para a juventude local e um ginásio poliesportivo. Para Zenóbio, enquanto a oposição faz críticas infundadas, ele mostra trabalho e sente o reconhecimento do povo.

- Então vamos para frente, trabalhar em favor de Guarabira, que eu fui eleito para isso. Se outros não cumpriram os seus compromissos com os guarabirenses, eu estou cumprindo todos os meus, com alegria de ver no rosto de cada um, o reconhecimento do nosso trabalho – destacou o prefeito Zenóbio.

Fonte: Codecom - PMG

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Cássio lidera no 2º turno com 48%; Ricardo tem 43%

De acordo com a pesquisa, as regiões onde Cássio lidera a disputa são Agreste (57% a 35%) e Borborema (46% a 43%). Ricardo é melhor avaliado no Sertão (48% a 47%) e na Mata (47% a 41%). Em João Pessoa, o candidato do PSB lidera com 47% contra 41% do candidato do PSDB.

A primeira pesquisa Ipespe sobre a corrida para o governo da Paraíba no segundo turno das eleições aponta o candidato do PSDB, o senador Cássio Cunha Lima, na liderança, com 48% das intenções de voto. O segundo colocado, o governador Ricardo Coutinho (PSB), que disputa a reeleição, aparece com 43%, uma diferença de cinco pontos percentuais. Os votos brancos e nulos somam 4% e os indecisos somam 5%.
No primeiro turno, Cássio obteve nas urnas em todo o Estado o total de 965.397 dos votos válidos (47,44%). Já Ricardo obteve 937.009 votos (46,05%). Foram registrados 192.482 votos nulos e 107.143 votos brancos. A abstenção foi de 17,65%. No segundo turno, o candidato do PSDB recebeu o apoio do Pros, partido que concorreu com a candidatura do major Fábio, que obteve 14.910 votos (0,73%). O candidato do PSB, por sua vez, recebeu a adesão do senador Vital do Rêgo, candidato ao governo pelo PMDB, que obteve 106.162 votos (5,22%).
Pelo levantamento feito pelo Ipespe, Cássio lidera a disputa nos grupos com idade entre 16 a 24 anos (47% a 43%), entre 25 e 44 anos (50% a 42%) e acima de 45 anos (47% a 43%). Já por grau de instrução ele vence o adversário entre os eleitores com ensino fundamental (50% a 42%) e ensino médio (46% a 43%), mas perde entre os eleitores de nível superior (41% a 52%). Por renda familiar, o tucano lidera entre os eleitores com até dois salários mínimos (50% a 41%) e de dois a cinco salário mínimos (47% a 45%). Ricardo vence no grupo com mais de cinco salários mínimos (48% a 43%).
De acordo com a pesquisa, as regiões onde Cássio lidera a disputa são Agreste (57% a 35%) e Borborema (46% a 43%). Ricardo é melhor avaliado no Sertão (48% a 47%) e na Mata (47% a 41%). Em João Pessoa, o candidato do PSB lidera com 47% contra 41% do candidato do PSDB. Em Campina Grande se dá o inverso, com Cássio na frente com 61% contra 26% do adversário. Lembrando que no primeiro turno Ricardo obteve na Capital 56% contra 35,88% de Cássio e em Campina a vitória foi do tucano com 59,82% contra 29,91% do concorrente.
Na pesquisa com os votos válidos, excluindo brancos e nulos, Cássio lidera com 53% contra 47% de Ricardo. Já na espontânea, o tucano obteve 46% das intenções de voto e o adversário obteve 41%. Os votos brancos e nulos somaram 3% e os indecisos 9%.
Contratada pela Editora Jornal da Paraíba, a pesquisa foi realizada nos dias 13 a 14 de outubro, ouvindo 1.500 eleitores. A margem de erro é de 2,6%, com uma confiabilidade de 95,45%. A consulta está registrada no Tribunal Regional Eleitoral, sob o protocolo número PB 00043/2014 e também no Tribunal Superior Eleitoral, sob o protocolo número BR 01093/2014.
Jornal da Paraíba

Professores é o nosso dia. O que comemorar?

Ao criar este espaço na internet, este Blog, foi com a intenção de priorizar e debater nossa educação, no entanto, com o tempo tive que colocar postagens sobre a política partidária,porque muitos preferem picuinhas partidárias em vez de falar sobre a nossa educação.O que falar sobre o nosso dia?

Posso expor o que vivencio no cotidiano, posso transmitir informações que recebo através dos mais diversos educadores das mais variadas correntes ideológicas e pedagógicas que tenho contato por todo o Brasil e até mostrar o meu a respeito da nossa educação desconstruindo ou construindo discursos de políticos e gestores educacionais. Porém,irei expressar o que passa na minha mente e o que toca o meu coração.

Não irei fazer mais retrospectiva da educação brasileira para justificar o que penso por meio do aspecto histórico do Brasil na área educacional,dos jesuítas até os dias atuais.

O que posso expressar é que a nossa educação vive uma grave crise institucional, uma grave crise pedagógica e reflete em uma imensa crise social. A cada dia vejo que poucos discentes conseguem atingirem um aprendizado mínimo,A cada dia constato que o descompromisso com a nossa educação é maior entre os responsáveis por gerir financeiramente os recursos e maior o abandono do acompanhamento pedagógico. A cada dia verifico que a manipulação por parte de gestores para benefícios eleitorais é maior nesta área, que não estão preocupados com o aprendizado real dos alunos e nem com as condições de trabalho dos professores. A cada dia percebo que leis foram feitas para melhorar nossa educação,mas que na prática o clientelismo dos anos 1980 e perseguições partidárias superam a preocupação em desenvolver uma educação de excelência,ou boa.

Acredito que estamos perto do caos na educação. Será que só iremos ver realizadas práticas efetivas para melhorar a nossa educação quando os verdadeiros detentores do poder sentirem prejuízos nas suas contas bancárias por não terem colocada a educação como prioridade nacional?

É,nos próximos anos por causa do que não fizeram, ontem e hoje, em relação à educação do nosso país,os que dominam nosso sistema econômico e político terão que mudar suas práticas e assim poderemos comemorar com dignidade o dia dos PROFESSORES.

Os professores da Paraíba tem o segundo pior salário no país

Considerada uma carreira de fundamental importância para o desenvolvimento da sociedade, o professor não tem muito a comemorar neste 15 de outubro, data dedicada a sua educaçãoprofissão. Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira pelo site de emprego Catho traçou um raio x das médias salariais por região. No levantamento, as diferenças na valorização desse profissional pode chegar a 77,66%. Como é o caso do salário médio de Minas Gerais (R$2.675,70) versus Pará (R$1.506,00). A Paraíba aparece na penúltima posição no país com a pior remuneração. No estado os profissionais da educação recebem R$ 1.600,00.
Com a melhor média salarial do país para o cargo de professor, Minas Gerais é o destaque da lista. Na segunda colocação aparece Mato Grosso, com R$ 2.466,67, seguido de São Paulo (R$ 2.383,18), Amazonas (R$ 2.369,59) e Paraná (R$ 2.365,88).
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Do outro lado da lista, com as cinco médias salariais mais baixas, figuram Estados como Pará (R$1.506,00), Paraíba (R$1.600,00), Alagoas (R$1.658,14), Bahia (R$1.698,12) e Amapá (R$1.700,00).
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Pesquisa Salarial
A Catho, site de empregos líder no país, divulga a cada três meses uma atualização da Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho. Este recorte faz parte da 48ª edição que contou com mais de 480 mil respondentes em mais de 2.000 cidades do Brasil.
Fonte: Blog do Gordinho

Professor não passa na prova das urnas

Nenhum dos 56 candidatos a deputado federal por São Paulo ligado à profissão conseguiu se eleger


Fonte: O Estado de S. Paulo (SP)

Do total de 1.243 candidatos que concorreram a uma vaga na Câmara Federal pelo Estado de São Paulo neste ano, 56 se apresentaram ao eleitorado ostentando o título de “Professor”. Nenhum foi eleito.
No conjunto, eles somaram 155.930 votos - o equivalente à décima parte do total de 1,5 milhão obtidos pelo apresentador de TV Celso Russomanno, primeiro colocado na corrida para o cargo de deputado federal. Os Professores não chegaram à metade dos votos do terceiro colocado, Pastor Marco Feliciano, dono de 396 mil votos.
O “Professor” mais bem votado foi o Professor Fláudio, de 53 anos, filiado ao PT e integrante da diretoria colegiada do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp). Com 61.347 votos, ele ficou na 103.ª posição no ranking da eleição.
O concorrente menos cotado foi a Professora Cris, de 42 anos, que disputou pelo PRTB, partido de Levy Fidelix. Ela saiu do pleito com 43 votos, na 1.228.ª posição.
Os dois lecionam na rede pública de Ensino do Estado de São Paulo. Fláudio Azevedo Limas dá aulas de história e Cristiane Barboza, de Educação física. Ele é vice-prefeito de Itapevi e milita no PT desde a década de 1980. Ela acabou de estrear como candidata.
Os denominados “Professores” foram os que se saíram da pior maneira da eleição. Mas não foram os únicos a ter pouca consideração do eleitor no conjunto dos candidatos que se alinharam sob o guarda-chuva de categorias profissionais e assemelhadas. Veja-se o exemplo dos que usaram os títulos de “doutor” e “médico” na sua apresentação. Com 67 candidatos e 536.060 votos, o grupo só elegeu uma pessoa - o Doutor Sinval Malheiros, médico de 63 anos que concorreu pelo PV e obteve apoio de 59 mil eleitores.
O grupo que agregou categorias ligadas à religião evangélica (“pastor”, “apóstolo” e “missionário”) perfilou 16 candidatos. Além do Pastor Marco Feliciano, só elegeu o Missionário José Olímpio, filiado ao PP, o partido de Paulo Maluf. Ele obteve sozinho 155 mil votos, o mesmo que todos os Professores juntos.
Policiais militares e civis também só elegeram um candidato: o Major Olímpio, ex-deputado estadual do PDT que chega à Câmara empurrado por 179 mil votos.
Além do baixo número de votos, o caso dos Professores chama a atenção pelo descompasso entre o que se diz na campanha e o resultado das urnas. A valorização da Educação já virou uma espécie de mantra eleitoral no País, tanto na boca de líderes partidos quanto de candidatos e eleitores. Como é que se explica então o que se viu em São Paulo?
Desvalorização do magistério. Um dos motivos apontados pelo Professor Fláudio é a desvalorização do magistério. “Há um desencanto geral com a Educação e com a atividade do Professor, principalmente em São Paulo”, diz ele. “O Professor era mais valorizado. O que se viu em São Paulo, nas eleições para a Assembleia e a Câmara, é que a turma da bala foi mais valorizada que a do giz e da lousa.”
A Professora Cris atribui o baixo número de votos à falta de apoio do partido e ao sistema eleitoral do País: “O poder econômico é que está decidindo as eleições no Brasil. Só se elege quem tem apoio do grande capital. Quem conta apenas com boas ideias não chega lá”.
O Professor Carlos Giannazi, do PSOL, que acaba de se eleger pela terceira vez consecutiva para a Assembleia Legislativa, com 167 mil votos, tem outra opinião. Eleito sempre com o apoio do Professorado e sem nunca ter utilizado o título de Professor no registro da candidatura, ele diz: “O fato de usar um título na campanha não significa nada para os Professores. Eles já sabem quem está realmente do lado deles. Metade dos projetos que já apresentei atendem a interesses da rede pública de Ensino e cerca de 70% da minha votação vem, seguramente, do magistério estadual e municipal.” 

Opinião: Educação! A que ponto chegou!

"Especialistas apontam a urgência de uma reforma do sistema público de ensino no Brasil sob pena, de um retrocesso nas conquistas sociais há décadas efetivadas no país", afirma Romildo Gonçalves


Fonte: A Gazeta (MT)

Dados recentemente publicados pelo Ministério da Educação, mostram como o IDEB, do Ensino médio sintetiza a estagnação dessa etapa Escolar no país. Serve também para entender as altas taxas de evasão nas salas de aula. Ao avaliar a questão, disponibilizada para o IDEB 2011-2013,este põe em alerta o Ensino público brasileiro e sua dinâmica em curso.
Especialistas pedem mudanças, como por exemplo, a revisão da grade curricular.A avaliação pontuou-se que seiscentos e cinquenta e oito cidades brasileiras não conseguiram alcançar as metas propostas para 2013. Apenas quatro estados brasileiros atingiram esse objetivo para o Ensino médio.
Como indicador federal o IDEB, calcula e avalia a cada dois anos o desempenho e a taxa de aprovação para Alunos do Ensino básico nas áreas de conhecimentos no Ensino de Português e Matemática.
Nesses dois quesitos apenas quatro estados atingirá a meta individual de qualidade do Ensino médio estipulada. No entanto as quedas no desempenho em relação à pesquisa de 2011 nos demais estados melhoram. Mas, não o suficiente para alcançar as metas individuais pretendia.Por outro lado às projeções feitas pelo ministério da Educação para uma escala de zero a dez as metas pretendidas só poderão ser alcançadas em 2021.
A oferta de Ensino de qualidade é prevista pela Constituição Brasileira, mas não há punição prevista para o seu descumprimento. Hoje o total de cidades em alerta no ciclo 1 do Ensino fundamental corresponde a 11,8% do total de municípios do país.
Estes dados levam em conta a nota média da Educação pública, que inclui as redes municipais, estaduais e federais. Mas, se for considerada somente as redes públicas municipais de Ensino, o retrato é semelhante: o país tem seiscentos e sessenta cidades em alerta nos anos iniciais do Ensino fundamental e 207 nos anos finais.
As cidades que não tem o mínimo de participantes exigidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas educacionais=INEP, órgão do MEC responsável por calcular o IDEB, não terão medição.
Os especialistas no assunto são bastante críticos em relação aos rankings que tentam listar estados, municípios ou Escolas e desconsideram outros fatores que permitem aprofundar na análise dos dados.
Não visibilizar o impacto de cada um dos componentes do IDEB - notas de aprendizagem em Português e Matemática, nível de aprovação, que mede a evasão, repetência. São pontos a serem considerados.
Segundo o especialista em Educação, Mozart Neves Ramos, essas cidades exigem um "olhar diferenciado" para a formação de políticas públicas.
Um grande problema no Brasil é a equidade. A gente tem um País desigual. "Temos de ter um esforço diferenciado. Não adianta dar um mesmo remédio para curar tudo". Como se vê dados do ministério da Educação desenha um cenário desafiador para o Ensino médio brasileiro. Especialistas apontam a urgência de uma reforma do sistema público de Ensino no Brasil sob pena, de um retrocesso nas conquistas sociais há décadas efetivadas no país.É né! Pois é! Veja para onde esta caminhando a Educação pública brasileira.
Romildo Gonçalves é biólogo, Professor e pesquisador da UFMT/Seduc 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Rachado, PMDB aos poucos está abandonando o apoio ao PSB

O senador e candidato a governador da Paraíba Cássio Cunha Lima (PSDB), da Coligação A Vontade do Povo, fez mais que um grande comício em Cajazeiras, na noite deste sábado, na rua João Lima da Silva, no centro. Contrariando a decisão da cúpula do PMDB paraibano, o diretório municipal do partido em peso decidiu aderir à candidatura tucana, neste segundo turno.
Advogado, jornalista e ex-candidato a vice-prefeito da cidade, Adjamilton Pereira foi mais um a não aceitar o posicionamento do partido no segundo turno e se juntou à candidatura tucana.
“O PMDB de Cajazeiras entendeu que as propostas de Cássio são as melhores para mudar a Paraíba. Os paraibanos não aguentam  mais esse governo de perseguição, de obras inacabadas. Falta-nos um governante que projete o Estado da mesma forma os nossos vizinhos . Eles já deram um passo à frente”, comentou.
Adjamilton mostrou-se confiante em ampliar a vantagem que Cássio teve nos 15 municípios que formam a região de Cajazeiras.
“Vamos trabalhar no dia a dia, ao lado das lideranças, para conquistar sempre mais um voto para fazer a mudança que a Paraíba precisa”, avisou o peemedebista.
Fonte: Blog Marcone Ferreira

PROS anuncia apoio a Cássio Cunha Lima

Escrito por: Ilana Almeida

major-fabio



O partido presidido por Major Fábio na Paraíba, o PROS, irá apoiar a candidatura do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) no segundo turno das eleições. Na manhã de hoje, os correligionários do Major Fábio foram reunidos na sede do partido, em João Pessoa, para o anúncio oficial.
A candidata ao Senado, Leila Fonseca, e o marido e vereador de João Pessoa, Djanilson da Fonseca, haviam antecipado anúncio de apoio ao PMDB na semana passada.
Contudo, Major Fábio disse que a decisão oficial do partido foi discutida com a maioria e não feita a partir de negociações com os candidatos que disputam o segundo turno das eleições na Paraíba.

Fonte:Polêmica Paraíba

Comparando à administração dos Paulinos com a do atual prefeito Zenóbio Toscano em Guarabira-PB.

Como era a situação na Rua Afrânio Peixoto na gestão anterior da Família Paulino:






Como é a a situação da Rua Afrânio Peixoto na atual gestão do prefeito Zenóbio Toscano: